segunda-feira, 30 de março de 2020

Pod Cast Senador News 1a Edição

Senador News 2020, 1a edição.

Informação a serviço da comunidade.
São Caetano do Sul, 1o trimestre de 2020.
Pod Cast Senador News, Centenário.


Projeto Jornalismo da EMEF Senador Fláquer.
Diretor: Tiago Luiz de Araújo
Vice Diretora: Amanda Martins
Coordenadora Pedagógica: Taís Carrasco Carneiro

Produção e apresentação:
Ariadne Rosa,
Ana Rolim,
Rafael Garcia,
e
Wagner Ortiz, professor responsável.

Repórteres e Redação:
Emiliane do Vale
Lucas Bismark
Marina Ortega
Lorrane Delmiro


Notícias escolares,
Eventos,
Projetos,
Avisos,
Vem Centenário!

Ainda nessa edição...
Interrupção das aulas por pandemia  do COVID-19 - Escola Posto de Saúde
EMEF Senador Fláquer: uma história de solidariedade.
___________________________________________________________
PAUTA E QUADROS

Conhecendo Projetos

Eventos: Semana da Correspondência, Carnaval, Baile de Boas-Vindas

Vem Centenário

Informática (Aulas)

Aulas Diferenciadas

Quadro Inclusão

Avisos e Saídas Pedagógicas

Dia da Água

Dicas Culturais da Cidade


                   


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Oportunidades


domingo, 1 de setembro de 2019

Lançamento do livro "Faces"

Livro "Faces", R$ 30 + frete. Compre pela FunPage https://www.facebook.com/Wagner.Ortiz.SCS/


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

A dor que dói


A dor que dói
É só uma voz
Que de si se escuta
E se dá tanto valor.

A dor que dói
É o julgamento
Que se faz de si
Dentro de si.

A dor que dói
É dar razão
A essa voz
Que vem só de si.

A dor que dói
É a teimosia em si
Em querer o que já foi
Perdendo o que está aí.

A dor que dói
É cercar o vento
Para convencê-lo
De ir contigo.

A dor que doí
É não querer
Aceitar perder
E assim se perder.

A dor que dói
É ferir-se a si (sic)
Por querer ser mais,
Ser o que não pode.

A dor que dói
É saber não saber,
Não saber
Aceitar a si.

A dor que dói
É sentir-se impotente
Sendo potente
Para agir em si mesmo.

A dor não dói
Se dessa potência
Arrancar do peito a vida
E da tua boca um sorriso!

© Wagner Ortiz
BN 178-2cd/299-3btS111218

domingo, 25 de novembro de 2018

Reflexão


Sempre me seguindo,
Ainda que eu pense que estou sozinho;
Amada, como a brisa
Sopra suave no silêncio.

Eu, poeta, leio, mesmo silêncio,
Entendendo cada teu momento.
Compreendendo, atento
A tua sábia reflexão.

O teu sorriso é mar,
Tua alma espalmada
Que tem revolta, medo
Da minha alma grande.

Eu entendo, mete medo,
Pois homem nenhum viu
A tua alma nua, plena de grandeza
E tua sede por compreendê-la.

A mim, poeta, só resta linhas,
Lidas no profundo do teu olho,
Onde traduzo essas almas,
Seguro da minha, tua, razão de amar.

Copyright Wagner Ortiz
BN 178:45 Hg 25111837

Ternura


Coisa rara: ternura.
E eu cheio por ti.
Diferente de paixão,
Muito mais forte que tesão.

Ternura: coisa delicada.
E repleto no coração.
Diferente do interesse,
Mais forte do que o corpo.

Ternura: só da alma.
Tamanha grandeza, de apuro
Que chega dar medo
Em quem sente de repente.

Ternura: cortesia amável
Em que confiando, desabrochar-se-á,
Tornar-se-á doce puro amor
De gratidão imensa.

Ternura, infinda em mim,
Esperando a hora,
O teu convite a se dar,
O despertar do teu peito.

Ternura: honesta sinceridade,
Afável seus modos,
E eu, continuo, ouço-a, ouso
Não desisto de achar seu pouso.

©Wagner Ortiz
BN 178-4578BVH251118

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Alma Nua


Teu céu sereno,
Meu mel moreno,
Deu Deus dádiva
À nossa alma nua.

Meu sol solene,
Tua lua luminosa,
Energia pura purifica
A nossa alma nua.

Teu coração corado,
Meu peito pleito,
Enamorados, mal amados,
A nossa alma nua.

Que tal zelo, apelo,
Que o encanto tanto,
Seja ainda alegria
Em nossa alma nua.


Wagner Ortiz
BN 178-456221118erF

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Ouvido de Pedra


O som que soava
Sempre amou
O ouvido lhe tocava.

Mas o ouvido
Que já fora ferido, soluçava,
Duvidando-o, o rejeitou

O ouvido cego
Nos seus caprichos, medo
Ao som se endureceu.

Tamanha era pedra,
Que o som na tristeza
Se emudeceu.

Mas não era assim,
Não fora o determinado,
O Criador assim não os fizera.

O som que se continha,
Chorava doído e sentia,
Simplesmente soou.

Logo, o som era energia,
Atravessando a pedra dura,
Do ouvido que se fizera, a arrebentou.

A dureza era medo, que pó virou,
O ouvido novamente ouviu
O coração no meu peito, que é só teu.

Wagner Ortiz Copyright
BN 178.5673.678 211118




terça-feira, 20 de novembro de 2018

É possível


É possível

Se me é tão pura,
Se me é tão boa,
Se me é tão cara,
Se me é tão leve.
É possível!

Já que a vida é vontade,
Já que a história é contada,
Já que te segue o sorriso,
Já que te deu forças para seguir.
É possível!

A vontade é pura, vá!
A história é boa, vá!
O sorriso é caro, ria mais!
A força é leve, vai te levar!!

Quando vale a pena, acredite!
Vale a vontade,
Vale a história,
Vale o sorriso.

Pois se te transformou,
Pois se te alegrou,
Pois se te lembras:
É possível!!

Wagner Ortiz#
BN 178.6546.86

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Escolhas e Certezas


A certeza não é dádiva;
Escolha é dádiva, pois se faz no espírito.
Que vantagem há na certeza
Se só há certeza da morte?

A escolha é sorte,
Logo, toda vida.
Pois todas decisões humanas
Dependem de escolhas.

A certeza, das coisas da vida, nunca é.
Pois desde o passado
Nenhuma certeza sobreviveu,
Nenhum ser está certo do amanhã.

Mas, ainda assim, na arrogância,
Busca-se certezas, sozinhos,
Em busca de conforto,
Só por medo do que virá.

Ah, a certeza é o caminho mais fácil.
Mas “pequeno é o portão”,
Então se acredita
Para fazer a melhor escolha.

“Estreito é o caminho”. De fato,
Mas sempre acreditar
Que o Criador dá vida,
Não o poder da certeza.

Crendo, melhorando,
A cada dia crescendo.
E, se desejo ser feliz,
A escolha será minha.

Pois na felicidade
Não há certeza alguma,
Simplesmente porque a felicidade é um caminho,
Esse caminho onde construo com minhas escolhas.

À felicidade só há um caminho:
Na boa escolha, onde elimino o medo,
No Equilíbrio, onde gero segurança
E no amor e no perdão, onde gero confiança e possibilidade.

Acredito na fé, nas minhas escolhas,
Não desistirei do que acredito,
Não desistirei da flor e do amor,
“Pois o amor é mais forte que a morte.”

Wagner Ortiz
Sociedade Homolitteras 2018
BN Reg.178/254-299/356260718.19111757 - © by Wagner Ortiz

Morada da Flor


Onde eu quero morar
Há um sabor macio,
Contentamento infindo.

Depressa demais, chorar,
Mas o meu desafio:
O olor da flor seguindo.

Onde eu quero morar
A amorosa namora,
Comigo sempre rindo.

Eu digo em um respirar
Que não me calo agora,
Com Deus sempre indo.

Onde eu quero morar
Ela sabe, só amor há,
Que dito foi, destino.

Onde eu quero morar:
No teu peito amora,
Que me cora felino.

Eu não deixo seu olhar
Sequer solto segundo,
Pois nele me obstino.

Onde eu quero morar
É onde eu quero um mundo,
Onde Deus é divino.

Onde eu quero morrer
É onde, eu, por um segundo,
Vi onde quero chegar.

Ah, se pudesse mudar,
Ah, se pudesse entender,
Ah, se pudesse...
Eu diria:

Onde eu quero morar
É onde eu quero um mundo,
Onde Deus é divino.

Sociedade Homolitteras 2018
BN Reg.178/254-299/356260718.1911 - © by Wagner Ortiz

domingo, 4 de novembro de 2018

Meu Jardim da Flor


Meu Jardim da Flor

No Monte Kemel
Mora a flor da minha vida.

Minha Rapunzel,
Eu a fiz uma rainha.

Plantei uma vinha 
No reino de paz e de amor.
Só em meu sabor,
De bem e benfazejo.

De meu bom desejo,
Por querer-te assim, primaz;
Eu fiz um jardim secreto
Onde teu olor se perfaz.

Meus olhos são as portas,
Sedentos; minha alma aflita
Que sempre esperou visita,
Mas será que a bela vai entrar?

Branca e vermelha diz sim,
E o sonho junto, delicado,
Fecunda o sentimento puro
No meu jardim da flor.

No Monte Kemel
Com teu sândalo e almíscar,
Viva flor da minha vida,
Brote, atre[vida] no meu peito.

Sociedade Homolitteras 2018
BN Reg.178/254-299/356260718.0411 - © by Wagner Ortiz

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Só, fui pedra

Das escolhas que as fiz,
De tantas que a mim fizera
De muitas coisas só sofri,
Umas, de jeito algum as quis.

Cada má que eu elegia,
Pois que santo nunca fora,
Pedra era que me doera,
Que não só em mim doía.

Flor, mais linda formosura,
Ela, que a mim doce nascera,
Ainda que eu fosse dela,
Nunca me esqueço, frescura.

Ela, que a mim cingia serena,
Que me olhava, ainda me guia,
Transformava-me tua alegria,
Mas fui dardo na pequena.

Eu mesmo em mim debulhara,
A pedra que em mim doera,
Também que a doce se foi
Que não só em mim pesara.

Sociedade Homolitteras 2018
BN Reg.178/254-299/356260718 - © by Wagner Ortiz

terça-feira, 17 de julho de 2018

Flores da Vida, by Wagner Ortiz


Flores da Vida



Primeiro me plantou a flor
Sua alma que a mim amou.
Eu, depois, plantei a flor,
Colhi do cheiro que me doou.

Nas idas tantas tropecei na dor,
Mas a flor sempre me coloriu,
Açucarou-me o seu dulçor
E nas horas tristes me sorriu.

Da vida, onde sempre fui ator,
Dela, o encanto me deixou,
Pois no dia em que o amor brotou
A flor adormeceu e suspirou.

Eu tinha outra dourada,
Flor que sempre me gostou,
Ainda que não menos amada,
Floresceu-me, dois botões me doou.

Mas nas idas tantas dessa vida,
Ainda que jardineiro não fosse,
De mim toda beleza foi perdida,
A dourada, indecisa de mim, foi-se.

Eu gritei que não fosse, solucei,
Escrevi no fio da navalha,
Com poema adubei a terra,
Corri para seu lado, sangrei.

Eu que acreditei que sorria,
Que o encanto encontrara,
Mas a dor de um espinho que ia,
Vinha outro me ardia, calou o jardim, doera.


Da mais cruel que me fizera
Flor, foram os botões da bela rosa,
Que levou, ainda que meu verso os soerguera,
Dourada nunca mais ela me fora.


Sociedade Homolitteras 2018
BN Reg.178/2-299/3 - © by Wagner Ortiz

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Só o Mar


Mar na parede,
Ondas no cabelo,
Espuma na alma.

domingo, 15 de julho de 2018

Sentidos




Bebi um livro envenenado
Escrito brevemente por tua fria mão
E perdi o encanto pelo som.

Vi um perfume ensandecido,
Exalado da pele de tua alma, teu vão
E fugi do soluço desgostoso.

Ouvi a cor dos espinhos
Soado da estultícia do teu violão
E deixei de sentir o olor da rosa.

Cheirei o choro ensurdecido
Cantado pela tua sutil variação
E compreendi que mesmo me sentia.


Se bebi,
Se vi,
Se ouvi,
Se cheirei,
Foi porque eu mesmo o quis.


Eu mesmo com tato tudo senti
E se misturei, eu mesmo o quis
E por isso, assim que eu mesmo sofri.

Quem dera que de tudo tenha aprendido.


©Wagner Ortiz

BN 1784299XC

Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Vale a Pena de|por Wagner Ortiz


quinta-feira, 17 de maio de 2018

"Ser ou não Ser?"


"Ser ou Não Ser?"


Organismo Sujeito:
Engole o choro.
Vida Autônoma:
Ri e chora o peito.

Gente Sintética:
Vitamina de proteína.
Pessoa Natural:
Sem crise de estética.

Homem Cibernético:
Ciente, nada sente.
Ser inteligente:
Ingênuo, tudo pressente.

Civil Apsicológico:
Furado na alma.
Cidadão Psicoequilibrado:
Se alegra no lógico.

Espécimes Assexualizados,
Pela sua vil estultícia.
Sexualizados Apaixonados:
Libertários dos amados.

Eleitor Apolitizado:
Horror do pobre.
Eletriz Politizada:
Grandeza do liberto.

Artista Padronizado:
Assassino dos deleites.
Criador das pluri-artes:
Patrono da diversidade.

Pessoa Anedônica:
Tampa da fonte da vida.
Parceiro curtidor da vida:
Marreta dos infortúnios.

Nessas escolhas
Eu fico sempre com a vida,
Do lado da fagulha
E na luz dos afagos
Que ilumina a tristeza.

Nessa escola
Eu fico sempre com os fracos,
Com o grito dos injustiçados,
Com as dores no peito
Que a aventura perpassa.

Fico comigo, contigo,
Contigo amor, com a dúvida,
Além dos amigos
Loucos que me seguem,
Sigo.

Nessas escolhas,
Escolho, sempre,
O prazenteiro da vida.
Escolho sempre,
O prazenteiro da vida.

©Wagner Ortiz
BN 17822993X5567#17052018

domingo, 13 de maio de 2018

Infartinho



Infartinho


Fico na tua beira
Sempre na tua eira,
No silêncio me móis
Apaga em mim meus sóis.


Na lida, minha ida
Todo dia essa ferida;
Da luta, labuta, me dói,
Meu coração me destrói.


Meu peito se abre,
Reabre ainda o sabre,
Crava as unhas, dourada
Lanceta-me todo, amada.


É uma luz que seduz
E no peito à nada me reduz,
É uma troça que me faz
E devagar morte me traz.


Eu grito e disputo,
Incapaz não mais luto,
Cegou-me no regaço,
Onde outrora deitaste, no meu aço.


Não há para mim sorte,
Entretanto, não temo a morte,
Se chegares, sem amor
Foste tu, viveste dor pior.


©Wagner Ortiz
BN 1782229GFT456220

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Violeta Morena


Violeta Morena


Flor que se abriu
Doce voz floriu,
Azeda que secou
E tudo deixou.

O beija-flor, que sou,
Na flor, que se abriu,
Esbaldou-se do mel,
Escaldou-se da seca.

O que eras mil
Devagar sumiu,
O que se abriu
Feneceu sem brio.

Violeta, basta ser flor
Para encantar o beijo;
Basta ser olor
Para laçar as asinhas.

As asinhas minhas
Se esfarelaram na luta
Meu beijo se foi e soluça
Na ida sem jeito da bruta.

E vou indo, seco do mel,
Que era só pra mim,
Que agora é só fim,
E foi-se de mim, assim...


© Wagner Ortiz
BN 1782PF2293100520182301